Eu bagunceira, você desorganizado. Eu fui bagunçando o seu juízo, a sua concentração e a sua cama. Você foi organizando as minhas coisas, os meus projetos, os meus sonhos. E nesse arruma e desarruma, o sentimento organizado dentro do seu peito foi sendo influenciado (ou seduzido) pelo balançar das minhas mechas de caracol. E você foi sendo envolvido. Cada vez mais entregue.
Mas de vez em quando você contra atacava e sismava em me botar na linha. Na linha, na renda, na teia. Na sua teia. E ainda discutíamos. Discutíamos para saber qual filme você queria ver, porque sempre me dava preferência. E sinceramente, qualquer um estava bom. Desde que tivesse uma boa trilha sonora para o nosso romance. Qualquer que fosse o desfecho, o (nosso) filme sempre tinha final feliz.
Bom galera, esse é o texto de hoje.
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